Dita Pin-Up

Encostei-me ao balcão, de copo na mão, com os três botões superiores da camisa desapertados e cabelo simpaticamente desalinhado. Estava de olho nela há tempo suficiente. Introduzi-me, livre de gaguejos e tropeções. "Ricardo. Prazer. Vieste para ficar?". Trocamos cumplicidades e, no final, foi com naturalidade que lhe apresentei o meu quarto. Por cá ficou e por aqui continuará..
A nova Blitz surpreendeu-me. Sem o sensacionalismo desmesurado da NME, sem a publicidade incómoda da MOJO, um estilo muito mais Rolling Stone adaptado a uma realidade que não é, por certo, anglo-saxónica no que a consumo do género diz respeito.
Da primeira edição - nas bancas desde a passada quarta-feira e com Mick Jagger na capa - destaco uma entrevista a Dita Von Teese. Um trabalho graficamente genial, de contúdo fetiche (numa invocação constante da sensualidade feminina) e com caixas interessantes acerca do fenómeno Suicide Girls e dos pin-ups de Bettie Page. O destaque à controversa Von Teese é da autoria da Ana Markl e valeu o euro (preço de amigo) que gastei pelas 122 páginas da revista.
2 Comments:
Mais uma vez. faço-te a vénia! :)
8:07 PM
...agora que eu ia postá-la...junto com o seu boyfriend...em A Bela e o Monstro....
10:48 AM
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